Publicações

Administração e Economia Rural

Documentos 344 - A sustentabilidade da soja no contexto do agronegócio brasileiro e mundial

Documentos 344 - A sustentabilidade da soja no contexto do agronegócio brasileiro e mundial

Autoria: GAZZONI, D. L.

Introdução. antecedentes históricos. Evolução recente da produção agrícola. a sustentabilidade da produção agrícola: a temática ambiental; a temática social; a temática econômica; Síntese. Inovação e sustentabilidade. A cultura da soja.


Documentos 229 - Contribuição da agricultura para a arrecadação tributária

Documentos 229 - Contribuição da agricultura para a arrecadação tributária

Autoria: LAZZAROTTO, J. J.; ROESSING, A. C.

O setor agroindustrial brasileiro, além da grande importância para o desenvolvimento econômico e social, tem expressiva participação na arrecadação tributária nacional. Isso porque, o sistema tributário do Brasil encerra tributos em cascata, que se acumulam ao longo das cadeias produtivas agroindustriais. Entre os tributos mais importantes que incidem sobre os alimentos no País, podem-se destacar cinco: contribuição provisória sobre movimentações financeiras - CPMF, contribuição especial para a seguridade social rural - CESSR, imposto sobre operações relativas à circulação de bens e serviços - ICMS, programa de integração social do trabalhador - PIS e contribuição para o financiamento da seguridade social - Cofins. Considerando as alíquotas desses tributos, e utilizando dados de produção e de preços agrícolas referentes à safra 2002/03, foram feitas estimativas que demonstram a importância da agricultura para a arrecadação tributária dos estados e das regiões do Brasil. Para tanto, estimaram-se apenas os valores desses cincos tributos, que incidiram, uma única vez, sobre a produção e a industrialização de nove produtos agrícolas brasileiros: soja, milho (safra e safrinha), cana-de-açúcar, arroz, café, feijão (1a. e 2a. safras), trigo, caroço de algodão e sorgo. Para calcular o ICMS, o PIS e a Cofins, foram consideradas somente as quantidades de produtos destinados à industrialização no mercado interno. Isso porque esses tributos não incidem sobre a matéria-prima exportada. Além disso, para facilitar os cálculos desses tributos na indústria de transformação, tomou-se como base os valores brutos das produções, ou seja, não foram considerados os preços efetivos praticados na indústria. Isso faz com que os valores estimados de arrecadação, em geral, estejam subestimados, pois não foram considerados as margens atribuídas pelo setor ajustante. A arrecadação tributária total desses produtos foi estimada em cerca de US$ 3,5 bilhões, que correspondeu a cerca de 15% do valor bruto total da produção agrícola avaliada. Os três produtos que mais contribuíram para esse valor foram, em ordem decrescente, a soja (31,1%), o milho (25,3%) e cana-de-açúcar (15,9%). Em relação às considerações finais deste trabalho, destacam-se três: 1) entre os produtos estudados ocorrem significativas diferenças nas arrecadações; 2) os estados e as regiões do País também apresentam relevantes diferenças nas receitas tributárias decorrentes das explorações agrícolas; e 3) os resultados do trabalho ressaltam ainda a grande importância da realização de investimento de curto, médio e longo prazos na pesquisa, no desenvolvimento e na transferência de tecnologias e conhecimentos, visando tornar as explorações agrícolas brasileiras mais produtivas, eficientes e competitivas.


Documentos 319 - Evolução e perspectiva de desempenho econômico associadas com a produção de soja nos contexto mundial e brasileiro

Circular Técnica 43 - O complexo agroindustrial da soja brasileira.

Circular Técnica 43 - O complexo agroindustrial da soja brasileira.

Autoria: DALL' AGNOL, A.; ROESSING, A. C.; LAZZAROTTO, J. J.; HIRAKURI, M. H.; OLIVEIRA, A. B. de.

Origens; Introdução no país; A importância da soja no mundo; A importância da soja no Brasil; Causas da expansão; Comercialização da soja; Custos de produção vs rentabilidade da soja; Soja convencional vs transgênica; Transporte entraves à produção de soja no Brasil; Escoamento da produção; Armazenamento da produção; Impactos sociais, econômicos e tecnológicos; O futuro da soja brasileira.


Documentos 351 - Publicações Indicadores de sustentabilidade da cadeia produtiva da soja no Brasil.

Documentos 351 - Publicações Indicadores de sustentabilidade da cadeia produtiva da soja no Brasil.

Autoria: HIRAKURI, M. H.; CASTRO, C. de; FRANCHINI, J. C.; DEBIASI, H.; PROCOPIO, S. de O.; BALBINOT JUNIOR, A. A.

Soja: cultura estratégica para o Brasil. Sustentabilidade: definições e conceitos. Avaliação da sustentabilidade em atividades agrícolas. Indicadores de sustentabilidade para regiões produtoras de soja.


Documentos 349 - O agronegócio da soja nos contextos mundial e brasileiro

Documentos 349 - O agronegócio da soja nos contextos mundial e brasileiro

Autoria: HIRAKURI, M. H.; LAZZAROTTO, J. J.

O agronegócio da soja nos contextos mundial e brasileiro. O mercado mundial de produtos do complexo agroindustrial da soja. O mercado e a produção de soja no Brasil. Importância, competitividade e limitantes da soja brasileira.


Circular Técnica 102 - Avaliação econômica da produção de soja para a safra 2013/14

Circular Técnica 102 - Avaliação econômica da produção de soja para a safra 2013/14

Autoria: HIRAKURI, M. H.

Procedimentos para os cálculos de indicadores econômico-financeiros da produção de soja. Resultados.


Agricultura orgânica

Circular Técnica 85 - Avaliação econômica do cultivo orgânico de soja no Estado do Paraná para a safra 2010/11.

Circular Técnica 85 - Avaliação econômica do cultivo orgânico de soja no Estado do Paraná para a safra 2010/11.

Autoria: HIRAKURI, M. H.; OLIVEIRA, A. B. de; TAVARES, L. C. V.; SEIXAS, C. D. S.; PASTORE, A.

Procedimentos para a estimativa de custos e lucros na produção de soja orgânica. Resultados e análises econômicas. Cultivares de soja da Embrapa em Unidades de Observação, em áreas de produção orgânica, na Região Médio-oeste do Paraná.


Agroenergia e biocombustíveis

Documentos 347 - O impacto do uso da terra na sustentabilidade dos biocombustíveis.

Documentos 347 - O impacto do uso da terra na sustentabilidade dos biocombustíveis.

Autoria: GAZZONI, D. L.

O conceito de mudança indireta do uso da terra e suas implicações: Introdução. Demanda, preços e mudança no uso da terra. Os modelos para cálculo das emissões por ILUC. Questionamentos dos modelos. Propostas de melhorias nos modelos. Contexto e lógica. A formulação teórica e a indução de normas. Eficiência energética e emissões: estudos e controvérsia. 7. Crítica e polêmica. 8. Implementação dos regulamentos 9. Padrões de Combustíveis Renováveis da EPA. 10. Reações. Reino Unido. União Europeia. Sistema de Certificação. Conclusões do Capítulo.Cotejando o ILUC com as estatísticas de produção e uso da terra: Introdução. Contexto. O recurso terra. A produção de biocombustíveis. O uso da terra. Análise da série histórica vis a vis modelos preditivos de ILUC. Conclusões do Capítulo II.


Documentos 334 - Balanço de emissões de CO2 por biocombustíveis no Brasil: histórico e perspectivas.

Documentos 334 - Balanço de emissões de CO2 por biocombustíveis no Brasil: histórico e perspectivas.

Autoria: GAZZONI, D. L.

O presente estudo teve dois objetivos principais. O primeiro objetivo foi efetuar um balanço entre as emissões efetivamente verificadas com o uso de biocombustíveis (etanol hidratado, etanol anidro e biodiesel) em veículos da frota brasileira, bem como estimar as emissões evitadas, em função do uso de biocombustíveis como sucedâneos de derivados de petróleo (gasolina A e diesel), no período compreendido entre 2000 e 2011. O segundo objetivo foi estimar as emissões dos biocombustíveis e as emissões evitadas por seu uso, em três cenários que se diferenciavam pela manutenção do apoio atual (BAU), incentivo moderado (PRO) ou agressivo (SUS) do Governo Federal ao sistema de PD&I das cadeias de biocombustíveis, à sua produção e uso e à adequação da infraestrutura de transporte da matéria prima e dos biocombustíveis. Para elaborar os estudos foram utilizados dados de diversas fontes, mormente o licenciamento de novos veículos, a estimativa de frota do período, o consumo de combustíveis e biocombustíveis e seus parâmetros físicos e químicos, bem como as emissões líquidas avaliadas pelo ciclo de vida, sob o conceito "well to wheel", significando toda e qualquer emissão havida ao longo da cadeia, do início do processo até a combustão no motor do veículo (Adler et al., 2007). Para elaborar as projeções futuras foram usados documentos oficiais do Governo Federal para estabelecer parâmetros que permitissem fixar uma frota e um consumo de combustível, em termos de equivalente energético, comum a todos os cenários. Posteriormente foram formuladas as premissas que determinariam a parcela de mercado que ocuparia cada combustível ou biocombustível, em função das políticas públicas e demais incentivos. Os resultados da série histórica mostraram que a introdução dos veículos flex fuel, que permitem a operação do motor com qualquer proporção de mistura de gasolina C e etanol hidratado, a continuidade da política de mistura de álcool anidro à gasolina A, bem como a implementação do mandato de mistura de biodiesel ao diesel, foram fundamentais para os ganhos ambientais do período. Entre 2000 e 2011, as emissões evitadas com etanol hidratado alcançaram 159 Mt de CO2; as emissões evitadas pelo uso de etanol anidro montaram a 135 Mt de CO2; e o biodiesel contribuiu com emissões evitadas no volume de 16 Mt CO2, totalizando 310 Mt de CO2. Nos três cenários estudados foi utilizado um modelo matemático para estimar as emissões evitadas entre 2011 (linha base) e 2020, que foram: a) cenário BAU - 546 Mt de CO2, sendo 301 de etanol hidratado, 178 de etanol anidro e 67 de biodiesel; b) cenário PRO, com 615 Mt de CO2, sendo 337 de etanol hidratado, 173 de etanol anidro e 105 de biodiesel; e c) cenário SUS - 756 Mt de CO2, sendo 470 de etanol hidratado, 132 de etanol anidro e 132 de biodiesel. Neste último cenário, estima-se a necessidade de 2,8 Mha adicionais de cana-de-açúcar, para produção de etanol e 6,2 ML de óleo vegetal, além de 1,5 Mt de sebo adicionais, para produção de biodiesel. Em conclusão, quanto maior o incentivo das políticas públicas de suporte à inovação tecnológica, à produção sustentável de biocombustíveis e à infraestrutura de transportes de matéria prima e biocombustíveis, tanto maior será o volume das emissões evitadas no setor de transporte brasileiro.


Mostrando 1 - 10 de 107 resultados.
Itens por página 10
de 11